Excertos

por Rodrigo Ghedin

“Quiet quitting” nada mais é que a galera que veste(ia?) a camisa da empresa descobrindo o conceito de operação-padrão e/ou o Bartleby do Melville.

30/8/2022

Rodrigo Ghedin: “A tendência vai ser compartilhar nossas vidas em grupos mais privados da internet”

No podcast da Revista Gama falando de como o TikTok virou o mercado de redes sociais (e a nossa relação com elas) de cabeça para baixo.

28/8/2022

Até a matéria de domingo do Fantástico, eu achava que Rosalía era uma atriz de novela mexicana das antigas que estava tendo um revival nas redes, tipo a Gretchen.

24/8/2022

Melhores frases do Pica-Pau

  1. Fui tapeado!
  2. E lá vamos nós.
  3. Essa gente inventa cada coisa.
  4. Obrigado, amigo, você é um amigo.
  5. Se o Pica-Pau tivesse comunicado a polícia, isto nunca teria acontecido.

23/8/2022

“Coração do imperador morto há 200 anos chega ao Brasil para ser saudado pelo presidente” parece a sinopse de um episódio ruim de Futurama.

23/8/2022

Dogões da Zona 7 de Maringá, 2013–2017

  1. Baiano Lanches.
  2. Cláudio Rainha da Batata.
  3. Salsicha lanches.
  4. Pert’ Kza.
  5. Ki-Fome.

27/7/2022

Outros jeitos de pensar sobre tecnologia, com Rodrigo Ghedin

Conversa bacana com o Eduardo “Eduf” Fernandes no seu podcast, o MonoEstéreo, sobre fluxos de trabalho, Manual do Usuário e tecnologia pessoal. ~27min

22/7/2022

Filmes mais tristes a que já assisti (ordem cronológica)

  • Túmulo dos vagalumes (Isao Takahata, 1988).
  • Réquiem para um sonho (Darren Aronofsky, 2000).
  • Biutiful (Alejandro Iñárritu, 2010).
  • Depois de Lúcia (Michel Franco, 2012).

19/7/2022

Utilidade pública: o desenho clássico do Pica-Pau, aquele final dos anos 1950, entrou no catálogo do Globoplay. Na proporção correta (4:3), com a dublagem original e, até onde vi, sem cortes.

O Globoplay também tem o remake horrível de 1999. Os últimos desenhos inéditos, de 2018, foram lançados exclusivamente no YouTube. Só ficam faltando os primeiros, dos anos 1940, aqueles da fase psicótica do Pica-Pau.

18/7/2022

“Anna Kariênina”, de Lev Tolstói

Não é à toa que “Anna Kariênina” continua aí, firme e forte, e não apenas por sua inigualável frase inicial. Todo o resto é tão bom quanto — e algumas partes, como a da personagem título no penúltimo capítulo, ainda hoje têm um estilo arrojado, surpreendente.

Tolstói fala de amor, trabalho, justiça, vícios e vida social de um jeito que segue super atual, mesmo revelando a idade em detalhes como cavalos no lugar de carros, pessoas que se visitam a toda hora sem avisarem antes e bilhetes de papel como um tipo lerdo e ineficiente de WhatsApp do século XIX.

Em vários momentos da leitura eu parei e fiquei refletindo. (Nesta parte eu me seguro para não detalhar alguns desses momentos a você, evitando assim dar spoiler de um livro lançado há 145 anos. De nada.)

Enfim, bom demais.

15/6/2022